domingo, 26 de julho de 2009

Ordem de Cristo (I)

Em Portugal, a Ordem de Cristo foi fundada com o nome de Ordo Militae Jesu Christi seguindo a regra da Ordem de Calatrava e estava colocada sob a tutela da abadia Cisterciense de Alcobaça. A sé central, inicialmente estabelecida em Castro Marim, antiga possessão do Templo na embocadura do Gualdiana, deslocou-se para Tomar em 1357.
O rei escolheu como primeiro mestre o mestre da ordem de Avis, Gil Martins, e lhe entregou os castelos do Templo em 14 de maio de 1320.
O último mestre do Templo português, Vasco Fernandes, na função quando explodiu o caso do Templo, tornou-se o comendador de Montalvão. Os antigos templários, assim como ele, encontraram seu lugar. Os capítulos realizados em 1321, e depois em 1326, permitem que façamos uma idéia da importância da ordem então: 41 comendadorias, bens em 10 cidades e posse de 43 aldeias.
Vale lembrar que a Ordem do Templo foi extinta pelo papa Inocêncio III em 1314 e seus cavaleiros, em Portugal, tiveram como continuar seu monastério militar na Ordem de Cristo.


Fonte: Os Caveleiros de Cristo - Alain Demurger

domingo, 19 de julho de 2009

Sobre o amor e o coração

Nesta semana participei de uma palestra onde o paletrante apresentou a seguinte informação: uma pesquisa mostra que nos EUA apenas 10% das pessoas que tiveram alguma intervenção cirúrgica no coração não mais apresentam os mesmos problemas, ou seja, ficam totalmente curadas. E qual o motivo? Os outros 90% não mudam seus hábitos alimentares, comportamentais e físicos e tornam a apresentar as doenças.
Então fiquei pensando com os meus botões: por que isto acontece?
Lembrei-me então de uma reportagem que vi na televisão onde os monges do mosteiro de São Bento em São Paulo falavam de sua vida monástica e da filosofia beneditina.
Em certo momento um dos monges, falando sobre as palavras de Cristo, disse que mesmo um ateu deve admitir que a Palavra principal de Jesus mereça ser seguida, pois ela fala da vida e não de religião: “Amai-vos uns aos outros como a si mesmo”. Se todos seguissem estas palavras, concluiu o monge, o mundo seria muito melhor.
Então surge a resposta para a pergunta que eu fiz anteriormente. Sigam meu raciocínio:
O mundo está na situação que está com guerras, atentados, falta de caridade e extremamente egoísta e egocêntrico porque as pessoas não amam os outros, certo? Bem se está escrito “amai-vos uns aos outros como a si mesmo” e, na prática, nós não amamos os outros é porque não amamos a nós mesmos. Logo, não nos amando, por que cuidar de nosso corpo para que as doenças não nos atinjam ou mais não retornem? Daí o motivo de 90% das pessoas que fazem as cirurgias cardíacas voltarem a ter o problema.
Devemos realmente amar uns aos outros para que nossas vidas e as de nossos filhos se tornem cada vez melhor.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Dez anos de casados

Claudia,
Hoje fazemos dez anos de casamento: bodas de estanho.
Estanho, liga metálica usada para a fabricação do bronze devido a sua capacidade de endurecer o cobre e assim produzir um material duro e ao mesmo com uma flexibilidade que evita que a liga se quebre.
Por que escrevo sobre o estanho em vez de falar de nosso amor e de nossa união de dez anos? Na verdade estou falando da mesma coisa. Assim como o estanho você “ligou” a minha vida para torná-la cada vez mais forte. Com você junto a mim fui capaz de enfrentar as batalhas de meu dia-a-dia com a rigidez necessária para que houvesse um bom combate e, por conseguinte, a vitória. Vitória também que conseguimos por atingir nossos sonhos e, como você disse, alcançar todos os nossos sonhos de consumo, que são poucos, mas que nos deram muito prazer, satisfação e alegrias.
O estanho também foi muito utilizado na idade média para a confecção de utensílios domésticos, tais como, talheres, pratos, canecas, copos e taças. E como uma taça você me completa com o vinho de seu amor, carinho e companheirismo.
Que mais posso falar de você, meu amor, sobre este dez anos de casamento. Sobre metais? Sobre o estanho? Não. Só posso falar que você foi o que melhor me aconteceu nesses últimos dez anos e que é a pessoa mais importante de minha vida.
Amor, obrigado por esses dez anos e que eles sejam mais cem...
Fernando

terça-feira, 14 de julho de 2009

Opinião do escritor Pedro Silva sobre o livro Em Busca da Vera Cruz

Amigos,

Não pude deixar de postar aqui o e-mail que recebi do escritor português Pedro Silva sobre o livro Em busca da Vera Cruz: a saga de um templário. Eis o que o escritor escreveu:

"Prezado Colega Fernandes,

Antes de mais, saudações a partir de Portugal.
Queria aproveitar a oportunidade para informar que, finalmente, terminei a leitura do seu livro "Em busca da Vera Cruz".
Devo afirmar que apreciei imenso.
O texto é deveras interessante mesmo para quem, como eu, prefere ensaio histórico ao romance histórica. Efectivamente, o facto de a obra estar redigida contendo larga informação histórica torna, para mim, a leitura bem mais agradável.
O estilo de escrita é fluido e erudito, apesar de de fácil percepção.
A personagem Elísio é, a meu ver, uma espécia de Galaaz, dentro da sua pureza de espírito e a possibilidade de ter na sua posse uma reliquía cristã de tão grande importância.
Apreciei, também, a ligação a Portugal, no caso à bela localidade de Lamego, norte de Portugal, assim como as descrições dos espaços físicos onde a acção se desenrola.
Não deixa, igualmente, de ser curioso o facto de ter optado pela Vera Cruz e não por outras relíquias mais mediáticas actualmente, como o Graal ou a Arca da Aliança. Isso revela a perspicácia do autor que descobre um nicho literário por explorar, facto pelo qual o elogio, mas acredito que na sua mente terá pesado a possível ligação histórica, ou ao menos simbólica, entre a Vera Cruz e o Brasil, no passado denominado Terra de Vera Cruz.
Percebo agora, ao terminar a leitura, a razão do sucesso literário desta obra e, da minha parte, tornei-me em mais um dos seus múltiplos leitores, ansiando por novos trabalhos.
Uma vez mais, os meus mais sinceros parabéns.

Um abraço,
Pedro Silva"

Pedro, mais uma vez, obrigado.

domingo, 12 de julho de 2009

Pensamento do dia

"Viva de tal forma que, quando seus filhos pensarem em justiça, carinho e integridade, pensem em você."



H. Brown Jr.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Pensamento do dia

"Sua vida é como um livro. A folha de rosto é seu nome, o prefácio, sua introdução ao mundo. As páginas são um registro diário de seus esforços, julgamentos, prazeres, desencorajamentos e realizações. Dia a dia, seus pensamentos e atos são inscritos em seu livro da vida. Hora a hora, fazemos o registro que ficará para sempre. Assim que a palavra 'finis' for escrita, que se diga que seu livro é um registro de um propósito nobre, de um serviço generoso e de um trabalho bem feito."
Grenville Kleiser - escritor americano
Texto extraído do livro As 21 irrefutáveis leis da liderança, John C. Maxwell.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Pensamento do dia

"A ociosidade é a mãe de todos os vícios. "

Ralph Waldo Emerson *1803 +1882


segunda-feira, 6 de julho de 2009

Pensamento do dia

"Sei que o meu trabalho é uma gota no oceano, mas sem ele, o oceano seria menor."

Madre Teresa de Calcutá *1910 +1997

Filme Arn - O Cavaleiro Templário

Nesta semana tive a oportunidade de assistir o filme Arn - O Cavaleiro Templário.

É sempre complicado assistir a um filme depois de ter lido o livro em em que ele foi baseado. Na verdade o filme foi feito à partir da trilogia As Cruzadas do escritor sueco Jan Guillou.

Fazem parte desta trilogia:

+ A caminho de Jerusalém
+ O cavaleiro templário
+ O novo reino

A história é fantástica e o nível de detalhes que o autor atinge é impressionante.

O romance começa na Suécia medieval, então com o nome de Gothia, passa pela Palestina sob o domínio de Saladino e volta para a Suécia.

Bem, quanto ao filme, ele é um grande resumo dos três livros. Imagine filmar quase 1200 páginas em quase 2h 30min. Só para lembrar, cada um dos filmes da trilogia "O Senhor dos Anéis" dura mais ou menos 3h o que daria um total de quase 9h no total. E isto para quase a mesma quantidade de páginas escritas por Jan Guillou em sua trilogia. Daí da para ter um parâmetro de quanto resumido é o filme.

Mesmo assim não posso deixar de indicar para as pessoas que curtem as cruzadas o filme Arn - O Cavaleiro Templário, principalmente aos aficcionados pelas Cruzadas. Porém, se tiverem a oportunidade de ler a trilogia, não se arrependerão.

O livros foram editados no Brasil pela Editora Bertrand e já há mais um livro que é a continuação da trilogia chamado O legado de Arn.

Quem leu o meu livro irá reconhecer alguns dos personagens na película sueca ou na trilogia, pois, como o livro Em busca da Vera Cruz: a saga de um templário, o história se passa na época da Terceira Cruzada.

sábado, 4 de julho de 2009

Pensamento do dia

"O Pessimista vê dificuldades em toda oportunidade. O Otimista vê oportunidades em todas as dificuldades."

Winston Churchill *1874 +1965

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Pensamento do dia

"Não devemos permitir que alguém saia de nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz."

Madre Teresa de Calcutá *1910 +1997